Robôs Assumem Milhões de Empregos até 2030

Robôs Assumem Milhões de Empregos até 2030

Está sentado para ler este post? Então prepare-se! Robôs assumem milhões de empregos até 2030! E quase metade das ocupações profissionais atuais poderão ser totalmente automatizadaa até 2055!  E o mais impactante é que em números reais, cerca de US$ 15 trilhões em salários podem ser economizados pela substituição de humanos por “robôs”. Pois é, não se trata de uma previsão de ficção científica, nem um exagero por parte dos alarmistas de plantão, mas são previsões de sérios Centros de Pesquisa como o McKinsey Global Institute… e muita coisa neste sentido já está acontecendo aqui e agora no planeta. Vamos dar uma conferida nas últimas notícias?

Um estudo compilado pelo McKinsey Global Institute, aponta que os avanços nas áreas de Inteligência Artificial e  Robótica terão um efeito drástico na vida do trabalho, comparável a ruptura das sociedades agrícolas durante a Revolução Industrial. Este novo relatório do McKinsey, prevê que até 2030, cerca de 800 milhões de postos de trabalho poderão ser perdidos em todo o mundo para a automação. A cifra de 800 milhões de postos de trabalho perdidos em todo o mundo, é apenas o cenário mais extremo possível, e o relatório também sugere uma estimativa pelo menos mínima de 400 milhões de empregos.

Somente nos EUA, entre 39 e 73 milhões de postos de trabalho poderão ser automatizados, o que significa um terço da força de trabalho total naquele país. O relatório do McKinsey Global Institute enfatiza que esta nova realidade mudará muita coisa, pois serão criados “novos” empregos  que nós humanos ainda não nos capacitamos, que os papéis profissionais atuais serão totalmente redefinidos; e que os trabalhadores terão a oportunidade de mudar de carreira e assim enfrentarem novos e diferentes desafios. Somando tudo, percebe-se que na verdade o grande desafio apresentado por este estudo, será o fato de cada indivíduo ter que gerenciar esta transição, estar pronto para profundas reciclagens e atender o novo mercado com novas capacitações, aliás capacitações que ainda não sabemos quais serão. Todos nós sabemos que todo o processo de mudança na vida das pessoas gera um turbilhão de manifestações, insatisfações e resistências, não? Estar aberto ao “novo” tornam as coisas mais leves e colabora no sentido do desenvolvimento pessoal em direção `a novas aprendizagens. Certo?

De tudo isto, que mudará vertiginosamente a vida de muitas pessoas, é provável que a desigualdade de renda infelizmente cresça, e que este fato remeta `a  instabilidade política; e os indivíduos que precisarem de treinamentos para novas carreiras não serão necessariamente os jovens, mas sim os profissionais de meia-idade. Nos dias atuais já são robôs que fazem o trabalho de jornalistas especializados, por exemplo, pois muitos deles já são substituídos por softwares que escrevem relatórios financeiros quase que simultaneamente ao momento em que os dados são divulgados. Os chamados chatbots já montam a carteira de ações de muito investidor e por aí vai. Apple, Microsoft, Amazon, Google e Facebook, estão apostando os seus bilhões de dólares em muitas pesquisas nessa nova fronteira da tecnologia. O Vale do Silício mais uma vez sai na frente! E acreditem….quando estes grandes se metem nas coisas é porque acreditam e se tornam os protagonistas das histórias….

Países adiantados com economia forte como o Japão, existem funcionários robôs que já assumem cargos anteriormente ocupados por humanos. Segundo o jornal Nikkei Asian Review, a indústria de robôs japonesa deve crescer mais de 4,9 trilhões de ienes (R$ 43,1 bilhões) até 2035. O fascínio do Japão por automatização pode ter uma explicação bem lógica, lá não há pessoas suficientes para contratar, então os robôs são extremamente necessários para as empresas. De qualquer maneira os robôs devem ocupar todos os subempregos em poucos anos em todas as partes do mundo. Pelo menos é o que grandes Centros de Pesquisa alardeiam.

Na verdade estas visões futuristas possuem uma lógica muito pertinente, pois se voltarmos na linha do tempo veremos que este tipo de situação já ocorreu na vida humana. Vamos lembrar que durante o século 20 as máquinas substituíram muitas tarefas que os humanos realizavam. Os computadores, afinal, não roubaram todos os empregos, e as máquinas não tornaram a humanidade obsoleta. Muito pelo contrário, essas novas funções acabaram gerando novos tipos de trabalhos, de empregos com os quais sequer sonhávamos 10, 20 ou 30 anos antes. Pensando nisso, dá para acreditar que novos cargos, funções e trabalhos vão surgir conforme a tecnologia for avançando, e eles só vão poder ser ocupados por seres humanos reais que estiverem prontos para a nova realidade.

De qualquer maneira o relatório do McKinsey Global Institute também aponta que existirá um mercado de trabalho de duas camadas, ou seja, existirão empregos criativos e cognitivos altamente remunerados, que serão de qualidade superior, enquanto a demanda por ocupações medianas e de baixa habilidade irão diminuir bastante. Bastante mesmo.

Este estudo é um dos mais abrangentes nos últimos anos, apontando mudanças em mais de 800 ocupações em cerca de 46 países, representando 90% do PIB mundial. As seis nações analisadas em detalhes foram – EUA, China, Alemanha, Japão, Índia e México – com esses países representando uma série de situações econômicas e mão-de-obra organizada de forma totalmente diferente.

O Relatório ainda ressalta que os efeitos da automação no trabalho serão diferentes em cada país. Afirma que as economias desenvolvidas, como os EUA e a Alemanha, provavelmente serão mais atingidas pelas mudanças futuras, uma vez que salários médios incentivam a automação. Certamente os governos precisam atuar urgentemente agora, justamente para ajudar uma força de trabalho em fluxo e em transição.

É prioritário que as empresas e o Estado atuem neste cenário para minimizar o impacto do avanço tecnológico sobre as atividades que têm potencial de automatização. O boom das empresas de inteligência artificial será uma das próximas bolhas com que a economia mundial terá que forçosamente lidar. Isso porque esse tipo de tecnologia (IA) virará uma commodity, ou seja, uma matéria-prima.

Com big data, teremos robôs recepcionistas em sete anos, mas cá entre nós, um robô nunca vai conseguir ensinar Filosofia e Psicologia. Tem coisas que só o ser humano pode fazer eternamente. Concorda? 😆

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